Já que o tema vos interessou, podemos aproveitar o entusiasmo e continuar a discuti-lo aqui.
Por que razão não hão de as crianças ser adotadas por casais homossexuais?
Que importância pode ter ter dois pais, duas mães, ou um pai e uma mãe?
Que (des)vantagens é que isso pode ter relativamente a não ter família nenhuma, ou ter uma família que me maltrate?
Podem participar nesta discussão quantas vezes quiserem, mas cada uma das intervenções não deverá ter mais do que 150 palavras. Devem ser claros na exposição dos argumentos e devem ter cuidado com a linguagem usada.
Boa discussão!
Na minha opinião é fundamental a educação dada por um pai e uma mãe, mesmo quando estes estão separados, a criança sabe que tem e sempre terá o apoio de ambos, considerando isto como uma situação utópica.
ResponderEliminarQuando uma criança tem 2 pais ou 2 mães, a meu ver, pode gerar um desequilíbrio na educação da criança, nada substituiu um pai e uma mãe.
Tenho a certeza que muitas crianças preferiam não ser adoptadas, pois sabem que vão ser vítimas e sofrerão na sociedade de hoje em dia.
Então, não ter nenhum é melhor? Por que serão vítimas? Vítimas de quê?
ResponderEliminarQuantas crianças vivem sem o apoio dos seus pais, que até vivem em família? Quantas são vítimas de maus tratos no seio da família?
Sinceramente não vejo quaisquer desvantagens. É certo que não nos podemos colocar na pele dessas crianças para saber o que é melhor ou pior, no entanto, continuo a ser da opinião de que ter dois pais ou duas mães é melhor do que não ter uma família e é também melhor do que ter uma que não desempenhe o seu papel. Qual é a diferença de receber amor de dois pais, de duas mães ou de um pai e de uma mãe? O amor é sempre amor e não tenho dúvidas de que uma criança que não o recebe será bastante mais desequilibrada do que uma que o recebe por um casal de homossexuais.
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ResponderEliminarEu sou a favor da adoção por casais homessexuais. Acho que pode haver amor, harmonia, tanto numa relação heterossexual como numa relação homossexual. Acredito sobretudo na felicidade dos outros e na união entre as pessoas. Não acho que um casal homossexual não seja capaz de educar e criar uma criança, no entanto o desenvolvimento e o aparecimento de quaisquer tipos de traumas vão estar sempre em causa. Digo isto pois a criança irá sempre sofrer embaraço, vergonha, irá até ser gozada quando passear com as duas mães na rua ou quando os seus dois pais aparecerem na reunião de encarregados de educação e tudo por causa da diferença destes. (É muito relativo, nada que a educação não resolva). Não tenho qualquer tipo de preconceito, até porque acho estas questões bastante relativas, apenas penso nas pessoas que agem segundo uma sociedade que não respeita a minoria, a diferença e que está repleta de tabus.
ResponderEliminarSe querem acabar com isto e deixar um casal gay ter um filho, casar, eduquem para a DIFERENÇA, eduquem os filhos a RESPEITAREM A DIFERENÇA, eduquem-nos a serem respeitadores das crenças e das opções dos outros. Pode ser que assim se acabe o preconceito. Acima de tudo conhecer antes de julgar…
Existem muitas instituições em que as crianças recebem amor, e são tratadas até melhor do que pelos pais.
ResponderEliminarAs crianças serão vítimas de gozo, que gera o bullying, e que em último caso pode levar ao suicídio, ou ao seu isolamento em casa, evitando o convívio.
O convívio, é fundamental para o progresso pessoal da criança.
Cada caso é um caso e ninguém é igual a ninguém.
ResponderEliminarA minha opinião acerca deste assunto é que, sim uma criança pode ser adoptada por um casal homossexual desde que o ambiente familiar seja adequado e que a criança cresça saudável mental e fisicamente seja com quem for. Não venham com a desculpa de que existe humilhação; humilhação é inevitável e se a criança não é humilhada por ter 2 pais ou 2 mães será por não ter nem pai nem mãe.
Esta é apenas mais uma diferença com que a sociedade terá de conviver. Há alguns anos atrás o que era muito discutido e que as pessoas achavam esquisito era o divórcio. Hoje em dia estar divorciado é "chic". O mesmo irá acontecer com o ser homossexual.
Tem de haver moderação e a adopção é um assunto delicado. Existem inúmeros argumentos para proibir e/ou liberalizar uma criança de ser feliz com um casal homossexual mas também temos de ter presente a ideia de que é impossível existir uma lei universal. Além disso também existem casais heterossexuais que não têm competência para ter filhos. Prova disso é a existência de crianças abandonadas e maltratadas.
Por ser este um assunto bastante delicado, não se tratando aqui da felicidade de um casal homossexual mas sim da importância para uma criança de ter uma família, que é imprescendível na educação e no desenvolvimento desta. Por muito bom que seja o orfanato onde uma criança está a viver nada se compara a ter uma família.
ResponderEliminarRelativamente às condições familiares a que a criança se vai sujeitar serão as melhores uma vez que o processo de adopção é bastante longo, rigoroso e controlado pela assistência social, tanto no caso de casais heterossexuais como na adopção singular, por isso uma criança nao será adoptada por uma familia que nao tem as condições para a educar e criar.
Relativamente à discriminação da sociedade perante estas pessoas é ridiculo. Porque ninguém tem o direito de apontar o dedo a ninguém independentemente do que se é. Principalmente a pessoas que só estão a tentar construir a sua vida e ajudar uma criança a ter a sua.
=) Estou a gostar!!
ResponderEliminarQueria só introduzir uma questão: devemos aceitar tudo em nome da liberdade de escolha? Permitir que casais homossexuais adotem crianças não é, com toda a certeza, a pior coisa do mundo, mas até que ponto temos o direito de impor a uma criança uma família "diferente" só porque consideramos que não deve haver discriminação?
Tema delicado sem dúvida, visto que se trata da vida de uma criança! Ao ler os comentários sou obrigada a dividir-me e a partilhar das duas opiniões. O ricardo acha que a criança vai sentir-se embaraçada e envergonhada. Quem somos nós para o dizer? Somos nós que estamos a passar por isso? Esta é uma visão que não deixa de ter algum preconceito, mas que nem por isso deixa de ser verdadeira! Infelizmente a nossa sociedade foi e é inevitavelmente preconceitosa! Se sou a favor? Não, não sou...talvez por ser católica e acreditar que a família deve ter uma figura feminina e uma masculina! Talvez por acreditar que tanto é preciso uma mãe para nos dar "colinho" quando precisamos, como é preciso um pai para ir connosco ao jogo de futebol! Mas não ser será este mais um preconceito? A nossa mãe não poderá ir connosco ao jogo de futebol? Secalhar até seria divertido...
ResponderEliminarEu estou um pouco confuso porque é sempre diferente ter pais de sexos opostos do que ter do mesmo sexo porque são personalidades diferentes, mas uma criança é feliz se for amada por uma família não interessa se o casal que a cuidar e amar é homossexual ou heterossexual ela será sempre mais feliz desde que esteja fora do orfanato com uma família que a ame. Mas que experiências temos nós para julgarmos isto? :)
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ResponderEliminarSempre estive e sempre vou estar a favor deste tópico.
ResponderEliminarUma criança quando nasce precisa de amor, carinho, um tratamento delicado e sobretudo um bom ambiente familiar. Se um casal homossexual consegue fornecer todas estas qualidades para um saudável e harmonioso crescimento de uma criança tal e qual como qualquer outro casal heterossexual, porque é que privam aos primeiros o direito de adoptar?
Sim, é verdade que as crianças podem ser gozadas quando forem para a escola por terem dois pais ou duas mães, mas como disse a nossa colega na sua apresentação oral, este argumento é baseado em preconceitos estapafúrdios criados pela nossa sociedade de hoje em dia. Por que razão têm as crianças a necessidade de gozar umas com as outras? Acredito que seja porque as mesmas têm as suas próprias inseguranças e têm sempre que “descarregar” as mesmas umas nas outras. Mas quando a essa questão acredito que as crianças deviam ser informadas desde de idade madura sobre esta questão do bullying.
Voltando ao assunto principal, penso que nem tudo gira à volta da criança adoptada, mas nos direitos que todos nós temos enquanto seres humanos e sobretudo no direito que temos a amar. Normalmente todos nós sonhamos em formar uma família no futuro quando já formos maiores e vacinados, mas nós não somos iguais e nascemos todos com uma personalidade que difere em diferentes aspectos, incluindo a sexualidade. Em conclusão, penso que independente das diferenças traçadas desde pequenos, todos devemos ter os mesmos direitos, incluído o de adoptar e amar uma criança como se fosse nossa.
Quanto à questão da criança, a situação complica-se um pouco. Acho que se um casal homossexual quiser adoptar uma criança estes devem ser sujeitos a todos os testes que fazem parte do proctocolo tal como um casal heterossexual.
ResponderEliminarA criança, na minha opinião devia ter uma certa idade, previamente estipulada, que lhe permitisse tomar este tipo de dicisões dando-lhe assim uma opção de escolha. Acho que era a opção mais sensata… (E reforço, apenas no caso da adoção, pois há crianças que são felizes no orfanato e há outras até que nem por nada queriam ter pais homessexuais)
Por outro lado se um casal homessexual não quisesse adoptar e quissese sim “ter mesmo um filho” nesse caso deveriam recorrer às maneiras alternativas. Isto porque nínguem pode impedir um casal de assistir ao nascimento e crescimento de um filho. Faz parte dos nossos sonhos e nada devia impedir um casal DIFERENTE de o realizar.
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ResponderEliminarNa minha opinião, acho que crianças podem ser adoptadas por casais homossexuais. Estes casais são pessoas como outras quaisquer, e acho que deviam ter os mesmos direitos que um casal heterossexual. Uma criança seria muito mais feliz se tivesse duas mães ou dois pais, pois receberia amor e carinho destes, em vez de estar numa casa de acolhimento ou o que quer que seja. Temos de pensar que cada é pessoa, é cada pessoa e só devemos respeitar, como gostava-mos que acontecesse connosco se tivesse-mos no lugar deles.
ResponderEliminarNão cabe a mim nem a ninguém saber o que deve ser feito do destino da criança, cabe as crianças que estão em vias de serem adoptadas por casais homossexuais, decidirem se querem ser adoptadas, ou não por esses casais. Se fosse eu a estar nessa situação, adoraria que nínguem escolhesse por mim algo que pode influenciar toda a minha vida!!
ResponderEliminarQuanto à segunda questão levantada pela professora:
ResponderEliminarÉ certo que não está correcto ignorarmos a vontade da criança uma vez que a sua adopção por parte de um casal homossexual pode ter consequências bastantes negativas na sua vida futura. No entanto, não concordo com o que a Magalhães disse acerca de estes casais só poderem adoptar crianças a partir de uma certa idade, ou seja a partir de uma idade em que supostamente já são suficientemente maduros para escolher se querem ou não ter uma família diferente. Digo isto porque como tudo na vida há coisas que correm bem e há coisas que correm mal, ou seja, uma criança que é adoptada em bebé por um casal homossexual pode crescer, ser feliz, perceber que tem uma família diferente, ser gozada uma vez por outra, mas conseguir superar isso e mesmo assim dar graças a Deus todos os dias por ter sido adoptada e por ter uma família que a ame ainda que diferente da dos seus amigos. Mas como todas as pessoas são diferentes, outra criança pode ser adoptada por um casal de homossexuais, também em bebé, crescer, não ser feliz, não compreender porque tem que ter uma família diferente, não conseguir lidar com a discriminação social e perguntar a Deus todas as noites porque é que não lhe deram a escolher entre ficar no orfanato e ter esta família tão diferente.
É como digo, é um risco, pode correr bem ou mal. Eu, muito sinceramente, acho que vale a pena arriscar até porque acredito que haveriam mais sucessos do que casos falhados. No entanto, por mais que tenhamos uma opinião e por mais que este tema seja discutido, não podemos de maneira alguma ver o mundo dos olhos de uma destas crianças.
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ResponderEliminarFiquei a par de todas as opiniões até agora, e tenho que concordar com ambos os lados. Por um lado sempre me foi dada a ideia e sempre a segui, de que um casal deve ser formado por uma figura masculina e feminina, mas não quer dizer que deixe de concordar que uma criança merece a sua felicidade de qualquer das maneiras. O que é certo, é que se houverem condições, vontade, educação e amor na vida dessa criança, então não interessa quem a educa.Se essa criança for adotada por um casal homossexual, irá deparar-se com o egoísmo e preconceito da sociedade em que vivemos, e terá que se debater e evitar com conflitos de quem «lança» os maus olhares e críticas. Mas não deixo de colocar a questão: «Será que uma criança sentirá a necessidade de ter a figura masculina/feminina que lhe falta?». Sim, porque todos precisamos do apoio dos dois lados, e das diferentes perspetivas do pai e da mãe.
ResponderEliminarÉ de facto difícil apoiar um dos lados unicamente. É também difícil tomar uma decisão acerca deste assunto pois é uma questão de mente humana e como todos sabemos a mente humana é das coisas mais variadas que conhecemos. Ninguém reage completamente igual a ninguém tornando extremamente difícil tomar um lado, e todos nós vimos essa dificuldade nas teorias filosóficas na disciplina de filosofia, onde existiam dois filósofos com teorias contrastantes, mas nenhum alguma vez tivera a completa razão sendo o mais correcto o meio-termo. Por isso na minha opinião acho que nem proibir completamente nem liberalizar completamente, aceitar apenas um meio-termo onde casais homossexuais sim, podem adotar crianças mas com limites muito controlados e que visem contemplar um pouco de cada lado, pois unidos venceremos.
ResponderEliminarnao podem pensar so no mundo da fantasia, em q o que conta e amor e carinho.
ResponderEliminartemos que ser realistas com estas situacoes, porque sao situacoes serias, que se tem de se pensar nas criancas, e os pais homossexuais, nao podem ser egoistas e so pensar em serem felizes e terem um filho.o mais importante e a crianca.
o amor dos pais e algo unico, e que todas as criancas devem ter, mas o desenvolvimento da crianca, as pressoes sociais e esteriotipos, vao afectar a crianca e podem trazer problemas psicologicos, como disturbios de personalidade entre outros. mas isso tambem pode acontecer numa familia em que ha violencia e opressao. mas nao podemos pensar assim, temos que dar a opurtunidade a crianca de ter maior probabilidade de ter um desenvolvimento normal.
nao acho q adocao por casais homosexuais deva ser permitida, ate a mentalidade humana se habituar a homossexualidade como coisa normal. mas nao sei sequer se isso ira acontecer, porque nao e natural.
apesar de na natureza haver varios casos de relacoes bissexuais em varias especies sociais, homossexualidade restrita nao e natural, e muito menos reproducao(que por enquanto e impossivel), q e basicamente o que estamos a fazer. estamos a contrariar a natureza, ao fazer com que a homossexualidade se consiga ''reproduzir'', atravez da adocao.
esta nossa grande vantagem de contrariar a natureza, e o que esta a condenar a nossa especie